Desfile das Campeãs: Viradouro celebra título com críticas, despedidas e olhar no Carnaval de 2027

Desfile das Campeãs: Viradouro celebra título com críticas, despedidas e olhar no Carnaval de 2027

Desfile das Campeãs: Entre celebração e expectativas para o futuro O Desfile das Campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro, que celebrou o título da Viradouro, foi palco de mais do que apenas a festa da vitória. A noite foi permeada por mensagens diretas sobre o julgamento do carnaval, pedidos por mais respeito à arte […]

Resumo

Desfile das Campeãs: Entre celebração e expectativas para o futuro

O Desfile das Campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro, que celebrou o título da Viradouro, foi palco de mais do que apenas a festa da vitória. A noite foi permeada por mensagens diretas sobre o julgamento do carnaval, pedidos por mais respeito à arte e aos profissionais, além de despedidas de nomes importantes e os primeiros movimentos de olho no carnaval de 2027.

Em meio a um clima de euforia pela conquista, o Mestre Ciça, figura central na bateria da Viradouro, indicou que as chances de sua permanência para o próximo ano são altas. “Quem sabe mais um ano? Tenho 80% de certeza que estarei de volta. Isso aqui é que nem cachaça”, brincou Ciça, ressaltando o legado de trabalho e respeito construído.

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A chuva que castigou o Rio de Janeiro no fim da tarde de sábado alagou áreas do entorno do Sambódromo, mas não impediu o espetáculo. A abertura contou com apresentações de puxadores do Grupo Especial ao lado de artistas como João Gomes e Michel Teló, seguida pela Mangueira, que abriu o desfile das campeãs.

Críticas e pedidos de respeito na avenida

A Mangueira, sexta colocada, trouxe em seu desfile críticas veladas às notas recebidas. O puxador Dowglas Diniz elogiou os mestres de bateria e o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Cintya e Matheus, em um discurso que sugeria insatisfação com o julgamento. Uma faixa solicitando “respeito com a dança ancestral do casal Furacão” reforçou a mensagem.

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A partir da Imperatriz Leopoldinense, a chuva cessou e o clima de celebração se intensificou, com algumas despedidas notáveis. O casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola, Phelipe Lemos e Rafaela Teodoro, anunciou sua saída, com rumores apontando para a União de Maricá em 2027. O carnavalesco Leandro Vieira, que dividiu seu tempo entre as duas escolas em 2026, também terá que fazer uma escolha.

Novas parcerias e emoções fortes

A Unidos de Vila Isabel apresentou um desfile mais descontraído do que o oficial, mas o peso das fantasias gerou críticas entre os componentes. A Beija-Flor, vice-campeã, parabenizou a Viradouro, mas também demonstrou a leve frustração pela derrota apertada, exaltando o patrono Aniz Abraão David.

O humorista Marcelo Adnet, um dos autores do samba campeão da Viradouro, celebrou sua primeira vitória como compositor. “É a primeira vez que eu componho o samba para uma escola e sou campeão. Para mim, é uma das maiores maravilhas do mundo”, declarou Adnet, que teve um ano produtivo compondo para diversas agremiações.

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A musa Juliana Paes, que retornou à Viradouro a convite de Ciça, expressou sua emoção. “É uma emoção diferente, de agradecer e retribuir todo o amor que a gente recebeu”, disse, garantindo sua permanência na escola. A festa se estendeu até o amanhecer de domingo, com o tradicional arrastão, celebrando mais um título memorável para a comunidade.

Fonte: g1.globo.com

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