Gerente de Supermercado na Barra da Tijuca é Preso por Misturar Carne Estragada com Boa para Enganar Clientes

Gerente de Supermercado na Barra da Tijuca é Preso por Misturar Carne Estragada com Boa para Enganar Clientes

Gerente de supermercado é preso em flagrante por crime contra o consumidor Um gerente de supermercado localizado na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, foi detido nesta segunda-feira (2). A prisão ocorreu após policiais da Delegacia do Consumidor (Decon) confirmarem, com base em denúncias anônimas, que o estabelecimento adulterava produtos para venda. […]

Resumo

Gerente de supermercado é preso em flagrante por crime contra o consumidor

Um gerente de supermercado localizado na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, foi detido nesta segunda-feira (2). A prisão ocorreu após policiais da Delegacia do Consumidor (Decon) confirmarem, com base em denúncias anônimas, que o estabelecimento adulterava produtos para venda.

A investigação revelou que o local misturava carne moída estragada com porções em bom estado, visando enganar os consumidores. Além disso, foram encontradas irregularidades na revalidação de produtos, com etiquetas de validade sendo substituídas.

A operação resultou na apreensão e destruição de 185 kg de carne constatada como imprópria para consumo pela perícia. O gerente foi autuado por crimes contra a economia, relações de consumo e falsificação de produto alimentício, conforme informação divulgada pela Polícia Civil.

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Carne estragada e trocas de validade descobertas no açougue

Durante a ação policial no açougue do supermercado, foram encontrados restos de carne com odor forte dentro do moedor. A prática demonstrava um descaso com a higiene e a segurança alimentar dos clientes.

Operação apreendeu 185 kg de carne imprópria para consumo

A perícia confirmou que a carne apreendida não tinha condições de ser comercializada. A quantidade total retirada de circulação foi de 185 kg. O material foi devidamente destruído após a constatação da imprópria qualidade.

Etiquetas de validade eram substituídas para prolongar o prazo de venda

Outra prática criminosa identificada era a troca das etiquetas de validade dos produtos. Novas datas eram coladas sobre as originais vencidas, estendendo artificialmente o prazo para venda e induzindo o consumidor ao erro.

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Segundo relatos de funcionários, a revalidação das carnes era feita de forma superficial, baseada apenas na aparência e cor, antes de serem reembaladas e recolocadas à venda.

O gerente foi levado à delegacia e responderá pelos crimes de economia popular, relações de consumo e falsificação de produto alimentício.

Fonte: G1

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