MP do Rio pede medidas protetivas para criança vítima de intolerância religiosa em escola

MP do Rio pede medidas protetivas para criança vítima de intolerância religiosa em escola

Ministério Público do Rio de Janeiro aciona Justiça por intolerância religiosa em escola O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) solicitou medidas protetivas para uma criança que teria sido vítima de intolerância religiosa em uma escola da rede pública no estado. A ação judicial busca garantir a segurança e o bem-estar do aluno, além […]

Resumo

Ministério Público do Rio de Janeiro aciona Justiça por intolerância religiosa em escola

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) solicitou medidas protetivas para uma criança que teria sido vítima de intolerância religiosa em uma escola da rede pública no estado.

A ação judicial busca garantir a segurança e o bem-estar do aluno, além de investigar a fundo os fatos que levaram à denúncia. A comunidade escolar e as autoridades acompanham o caso com atenção.

As informações sobre o caso foram divulgadas inicialmente pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, que trouxe detalhes sobre a investigação em curso. Conforme a apuração, o MP-RJ identificou indícios de crimes como injúria e ameaça.

Detalhes da Investigação

A solicitação do Ministério Público inclui um pedido para que a escola adote providências para coibir novos atos de intolerância e para que o aluno receba acompanhamento psicológico, caso necessário. A instituição de ensino foi notificada e deve apresentar um plano de ação.

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Proteção ao Menor é Prioridade

O MP-RJ enfatiza a importância de garantir um ambiente escolar seguro e livre de discriminação para todas as crianças e adolescentes. A intolerância religiosa é considerada um crime e a proteção aos vulneráveis é prioridade na atuação do órgão.

Próximos Passos

A Justiça analisará o pedido do Ministério Público e poderá determinar as medidas protetivas a serem aplicadas. A escola e os envolvidos no caso serão chamados para prestar esclarecimentos sobre os ocorrido. A comunidade espera uma solução rápida e justa para o caso.

Fonte: O Globo

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