Dois homens foram detidos em ações distintas pela Polícia Civil no último domingo (18) por violarem medidas protetivas concedidas a ex-companheiras. As prisões ocorreram em bairros da Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, evidenciando a persistência de casos de descumprimento de ordens judiciais em situações de violência doméstica.
Um dos suspeitos foi localizado na Taquara, após ameaçar incendiar a residência da ex-companheira, descumprindo assim a medida protetiva que a vítima possuía. A ação demonstra a gravidade das ameaças e a importância da proteção concedida pela Justiça.
Já no bairro do Pechincha, a Polícia Civil capturou o segundo indivíduo. Este homem já responde a um expressivo número de 12 inquéritos policiais por delitos semelhantes, indicando um padrão de comportamento violento e desrespeito à lei.
Atuação da Polícia Civil e Encaminhamento à Justiça
Os agentes da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá foram responsáveis pelas prisões. Ambos os suspeitos foram conduzidos ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça para os devidos procedimentos legais.
Medidas Protetivas: Um Instrumento de Segurança para Vítimas
As medidas protetivas de urgência são ferramentas legais essenciais para garantir a segurança de mulheres em situação de violência doméstica. Elas podem incluir o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato com a vítima e seus familiares, e outras determinações para coibir novas agressões.
Importância da Denúncia e da Punição
A prisão dos suspeitos reforça a importância da denúncia por parte das vítimas e da célere atuação policial e judicial. O descumprimento da medida protetiva é crime e a punição visa coibir a reincidência e proteger as mulheres de novas violências.
Casos de Violência Doméstica na Zona Sudoeste
Os episódios ocorridos na Taquara e no Pechincha são exemplos da violência doméstica que ainda afeta a sociedade. A Polícia Civil continua o trabalho de investigação e repressão a esses crimes, buscando garantir a segurança e a justiça para as vítimas.
Fonte: G1
