Segurança Presente com Menos Policiais aos Fins de Semana no Rio de Janeiro
A preocupação com a segurança pública no Rio de Janeiro ganha novos contornos com a baixa adesão de policiais ao programa Segurança Presente nos finais de semana. O policiamento ostensivo, fundamental para a tranquilidade em áreas de grande circulação, especialmente turísticas, tem sofrido com a ausência de agentes.
A principal razão apontada pelos policiais é a falta de atratividade financeira para atuar nesses plantões. Trabalhar aos sábados e domingos, em horários de maior demanda e menor descanso, não tem compensado para os agentes, que buscam outras escalas de serviço com melhores benefícios ou menor desgaste.
A consequência direta é uma redução da presença policial em pontos turísticos e áreas de lazer durante os períodos de maior movimento. Isso gera apreensão tanto para moradores quanto para visitantes, que podem se sentir menos seguros diante da menor visibilidade das forças de segurança.
Policial Prefere Outros Plantões Pela Falta de Compensação
A lógica é simples: o trabalho em dias de folga ou em horários de pico não está sendo financeiramente vantajoso para os policiais. A remuneração extra oferecida por esses plantões não é suficiente para justificar o esforço e a privação do descanso, levando muitos a optarem por escalas mais tradicionais.
Impacto Direto na Segurança de Pontos Turísticos
Com menos policiais disponíveis para o Segurança Presente nos finais de semana, áreas como a Zona Sul da cidade e o Centro histórico ficam mais vulneráveis. A sensação de segurança diminui, o que pode afetar negativamente o turismo e a qualidade de vida dos cariocas que frequentam esses locais para lazer.
Busca por Soluções e Reavaliação das Escalas
A situação exige uma reavaliação das políticas de gratificação e escala de serviço para os policiais militares. É fundamental que o governo estadual encontre formas de tornar o trabalho nos finais de semana mais atrativo, garantindo a efetividade do programa Segurança Presente e a tranquilidade de todos.
Fonte: G1
