Eduardo Bolsonaro é convocado a retornar à Polícia Federal no Rio de Janeiro
A Polícia Federal (PF) emitiu uma determinação para que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro retorne imediatamente às suas funções como policial federal. A decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU), marca o fim do afastamento que permitia ao político o exercício de mandato eletivo.
O ato oficial estabelece que o retorno à lotação de origem, no Estado do Rio de Janeiro, deve ocorrer a partir de 19 de dezembro de 2025. A PF também alerta que a ausência injustificada poderá acarretar em medidas administrativas e disciplinares cabíveis, reforçando a obrigatoriedade do cumprimento da determinação.
Eduardo Bolsonaro encontra-se residindo nos Estados Unidos desde março do ano passado. Sua saída do cargo de deputado federal ocorreu após a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados cassar seu mandato em dezembro, devido à sua ausência em pelo menos um terço das sessões deliberativas da Câmara durante a sessão legislativa.
Fim do afastamento para mandato eletivo
A publicação no Diário Oficial da União é clara ao declarar a cessação do afastamento de Eduardo Bolsonaro para o cumprimento de seu mandato eletivo. A data estipulada para o fim desse período é 19 de dezembro de 2025, data em que ele deve, efetivamente, reassumir seu posto como policial federal.
Retorno à lotação de origem no Rio de Janeiro
O ex-parlamentar deverá se apresentar em sua unidade de lotação original, que é no Estado do Rio de Janeiro. A determinação visa restabelecer a normalidade de suas funções na corporação policial, após o período em que esteve licenciado para exercer o cargo legislativo.
Consequências por ausência injustificada
O comunicado da PF é enfático ao advertir sobre as possíveis consequências de uma ausência não justificada ao retorno de suas funções. A nota ressalta que tal atitude poderá levar à adoção de providências administrativas e disciplinares cabíveis, indicando a seriedade com que a corporação trata o cumprimento de seus quadros e regulamentos.
Fonte: G1
