Rio de Janeiro: Gás Natural Mais Barato Chega ao Consumidor
O Rio de Janeiro deu um passo importante para aliviar o bolso de seus cidadãos e empresas. No último sábado, 16 de maio de 2026, o governo estadual celebrou um acordo com a Petrobras e a Naturgy que promete reduzir o preço do gás natural em diversas frentes. A expectativa é de uma queda expressiva no valor do GNV, além de reduções para o gás utilizado por indústrias e residências.
A medida visa tornar a energia mais acessível, especialmente para os 1,5 milhão de motoristas que utilizam o GNV em seus veículos. A redução percentual exata para cada modalidade ainda será calculada pela Naturgy e submetida à aprovação da Agenersa, garantindo a transparência e a validade dos novos preços antes de sua implementação.
O acordo foi mediado pela Secretaria de Energia e Economia do Mar e já teve seu aditivo contratual com a Naturgy homologado pela Agenersa. Os detalhes finais devem ser publicados no Diário Oficial do Estado na próxima semana, marcando o início de uma nova era de preços mais competitivos para o gás natural no estado.
Impacto e Contexto Regulatório da Redução do Gás
Esta iniciativa é vista pelo governo paulista como um marco na política pública energética do estado. O Rio de Janeiro, que já se destaca por incentivos como o desconto no IPVA para veículos a gás, consolida sua posição como o principal mercado de GNV no Brasil. A forte produção nacional de gás natural, da qual o Rio responde por uma parcela significativa, é um fator chave para a viabilidade dessas reduções.
Perspectivas de Produção e Preços do Gás
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, tem defendido consistentemente a necessidade de aumentar a produção nacional de gás natural como estratégia para a redução de preços. Sob sua gestão, a estatal tem visto um crescimento expressivo no volume diário de produção, saindo de 29 milhões de m³ para aproximadamente 50-52 milhões de m³. Esse aumento na oferta interna é fundamental para sustentar a queda nos preços observada, inclusive em comparação com a recente alta de outros combustíveis.
Fonte: G1
