Malafaia expressa apoio a Flávio Bolsonaro em evento religioso no Rio de Janeiro
O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, demonstrou apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência. O aceno ocorreu durante um culto realizado neste domingo (3) na Zona Norte do Rio de Janeiro.
O evento contou com a presença de diversas personalidades políticas, incluindo o ex-governador Cláudio Castro (PL), o deputado federal Sóstene Cavalcante (PL), o ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos) e o deputado estadual Douglas Ruas (PL), atual presidente da Alerj.
Malafaia aproveitou a ocasião para tecer críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando ser alvo de perseguição política, após se tornar réu por injúria contra o Alto Comando do Exército. Ele também direcionou críticas ao ministro Alexandre de Moraes e defendeu a atuação política das igrejas.
Críticas ao STF e ao governo Lula
Durante o sermão, o pastor Silas Malafaia não poupou críticas ao STF e ao ministro Alexandre de Moraes. Malafaia declarou ser vítima de perseguição política, em referência ao processo que o tornou réu por injúria. Além disso, defendeu a participação ativa das igrejas na esfera política.
Apoio a Flávio Bolsonaro e críticas à esquerda
Ao final de sua pregação, Malafaia expressou seu desejo de abençoar a trajetória de Flávio Bolsonaro. Essa manifestação de apoio surge em um contexto de articulações políticas para as próximas eleições. O pastor também criticou programas sociais do governo Lula (PT) e o fim da escala 6×1.
Reflexões sobre o “amadorismo da direita”
Em dezembro do ano passado, Malafaia já havia feito declarações que, embora sem citar nomes, foram interpretadas como críticas à estratégia da direita. Na ocasião, ele afirmou que “o amadorismo da direita faz a esquerda dar gargalhadas”, logo após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) através de carta.
As críticas do líder evangélico também se estenderam ao fim da escala de trabalho 6×1, mencionando que aqueles que pedem sua redução logo “vão querer um dia de trabalho e seis de folga”.
Fonte: G1
