Grávida e marido executados por engano na Comunidade do Terreirão: família aponta erro de criminosos

Grávida e marido executados por engano na Comunidade do Terreirão: família aponta erro de criminosos

Investigação aponta execução por engano na Comunidade do Terreirão Familiares e amigos de Ariane Anselmo Cortes e Ygor Santos afirmam que o casal, que esperava o primeiro filho, foi executado por engano na Comunidade do Terreirão, no Rio de Janeiro. O crime ocorreu enquanto o casal buscava uma encomenda para o chá revelação do bebê. […]

Resumo

Investigação aponta execução por engano na Comunidade do Terreirão

Familiares e amigos de Ariane Anselmo Cortes e Ygor Santos afirmam que o casal, que esperava o primeiro filho, foi executado por engano na Comunidade do Terreirão, no Rio de Janeiro. O crime ocorreu enquanto o casal buscava uma encomenda para o chá revelação do bebê.

A suspeita é que Ygor, morador de Vargem Grande, na Zona Oeste, tenha sido confundido com um miliciano por criminosos ligados ao Comando Vermelho (CV). O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), e até o momento, ninguém foi preso.

A melhor amiga de Ariane, Sthefanie Mello, relatou que a jovem, que cresceu em Vargem Grande, era apaixonada pela feirinha do Terreirão e frequentava o local por amor à comunidade. “Ela estava comemorando a gravidez e preparando tudo para o chá do bebê”, lamentou.

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Crueldade e perda irreparável

Sthefanie Mello expressou indignação com a brutalidade do crime, questionando como um marginal aponta uma arma para uma mulher grávida. “Mais uma vítima de um sistema que não tem lei”, desabafou.

A mãe de Ariane publicou uma mensagem emocionada nas redes sociais: “Filha, mamãe vai te amar eternamente. Ygor, você foi o filho que a vida me deu, te amo preto”.

Gravidez interrompida e morte trágica

O casal foi atingido por diversos disparos. Um tiro na barriga de Ariane impediu que médicos salvassem o bebê, um menino, cuja identidade Ariane não chegou a conhecer. Grávida de seis meses, ela morreu antes de saber o sexo da criança.

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Ygor morreu no local. Ariane chegou a ser socorrida por bombeiros e levada ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiu aos ferimentos. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML).

Vidas interrompidas

Ariane era formada em Biomedicina e trabalhava como manicure. Ygor atuava como supervisor de logística em uma empresa de e-commerce. Ariane já era mãe de um filho pequeno, que agora fica órfão.

Fonte: G1

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