Show de Shakira em Copacabana mobiliza segurança reforçada
O aguardado show gratuito da cantora Shakira em Copacabana, no Rio de Janeiro, no próximo sábado (2), contará com um robusto esquema de segurança. Cerca de oito mil agentes atuarão para garantir a tranquilidade de aproximadamente dois milhões de pessoas esperadas na orla.
A principal preocupação das autoridades é a prevenção de furtos de celular, que foram apontados como as ocorrências mais frequentes em grandes eventos recentes na cidade, como os shows de Lady Gaga e Madonna. Para combater essa prática, equipes policiais estarão posicionadas estrategicamente dentro da multidão.
Os detalhes do plano de segurança foram apresentados em coletiva pelo governo do estado nesta terça-feira (28). A Polícia Militar, em particular, empregará 3.700 policiais, um contingente 14% maior do que o utilizado no show de Lady Gaga no ano passado.
Policiamento tático para coibir furtos
Uma das estratégias inovadoras será a atuação de quatro grupos de policiais com capacetes brancos, facilmente identificáveis, que circularão diretamente entre o público. Cada grupo será composto por dezesseis homens, com o objetivo de coibir furtos de celular de forma mais eficaz.
O esquema de segurança abrangerá também bloqueios e revistas nos acessos à área do show, além de reforço no policiamento desde a chegada até a saída dos espectadores. O uso de câmeras e drones complementará a vigilância.
Investigação sobre morte em montagem de palco
Em paralelo aos preparativos para o show, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) abriu uma apuração sobre a morte do serralheiro Gabriel Jesus Firmino, de 28 anos, ocorrida durante a montagem do palco no domingo. A empresa responsável pelos elevadores foi autuada por falta de registro e de responsável técnico habilitado.
O CREA solicitou à produtora do evento a lista completa de empresas e profissionais envolvidos na montagem. A Polícia Civil também segue com a investigação para determinar se houve falha de segurança ou se o caso será classificado como acidente de trabalho.
Fonte: G1
