Ex-segurança de contraventor é condenado a 22 anos por homicídio em Bangu; já possui outra condenação

Ex-segurança de contraventor é condenado a 22 anos por homicídio em Bangu; já possui outra condenação

Ex-segurança de contraventor é condenado a 22 anos por homicídio em Bangu O cabo reformado da Marinha do Brasil e ex-segurança do contraventor Fernando Iggnacio, Marcos Paulo Moreira da Silva, apelidado de ‘Marquinhos Sem Cérebro’, foi sentenciado a 22 anos e 2 meses de prisão nesta quinta-feira (16). A condenação ocorreu após julgamento no Tribunal […]

Resumo

Ex-segurança de contraventor é condenado a 22 anos por homicídio em Bangu

O cabo reformado da Marinha do Brasil e ex-segurança do contraventor Fernando Iggnacio, Marcos Paulo Moreira da Silva, apelidado de ‘Marquinhos Sem Cérebro’, foi sentenciado a 22 anos e 2 meses de prisão nesta quinta-feira (16). A condenação ocorreu após julgamento no Tribunal do Júri da capital, no Rio de Janeiro, pelo assassinato de Antônio Marcos Duarte Barros, ocorrido em maio de 2011, em Bangu, na Zona Oeste.

Segundo as investigações do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a vítima foi atraída ao local sob o pretexto de uma entrega de botijões de gás, mas acabou sendo surpreendida e executada com diversos disparos, sem chance de defesa. O condenado integrava um grupo criminoso responsável pelo controle do comércio de gás na região e teria participado do planejamento e determinação da execução do crime.

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Esta não é a primeira condenação de Marcos Paulo. Em 2023, ele já havia sido sentenciado a 24 anos e 6 meses de reclusão pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio praticados em 2006, no bairro de Padre Miguel, também na Zona Oeste. Na ocasião, os crimes foram cometidos com o objetivo de assegurar a exploração de máquinas de caça-níqueis contrabandeadas.

Condenação anterior por homicídio e tentativa

Em setembro de 2006, na Rua Tocariva, Marcos Paulo efetuou disparos contra Williams Lima de Souza, que sobreviveu. Um adolescente que estava com a vítima também foi atingido e, apesar de ter sido socorrido, faleceu dias depois no hospital. O crime em 2006 também está ligado à disputa pelo controle de atividades ilegais.

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A defesa de Marcos Paulo poderá recorrer da decisão, mas o Tribunal do Júri considerou as provas apresentadas suficientes para a condenação. A sentença reforça o envolvimento do réu em crimes violentos com motivações financeiras e de controle territorial.

Fonte: Reprodução de TV

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